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Desempregada, catarinense cria a Petite Amie, rede que faturou R$ 4,5 milhões em 2017

A Petite Amie Brigaderia e Café Gourmet tem menos de três anos de operação

Bárbara de Almeida Pavesi, 27 anos, é quem comanda a Petite Amie, rede de brigaderia e café gourmet, que só no ano passado faturou R$ 4,5 milhões.

A história de sucesso da empresária começou graças à dificuldade de se recolocar no mercado de trabalho após pedir demissão de seu último emprego.

Ela foi gerente de uma loja de atacado do ramo do vestuário por oito anos.

Até que, em 2014, pediu demissão e queria um novo emprego.

Mas com a crise que assolava o País na época, não conseguiu.

Para sobreviver ao desemprego, Bárbara começou a fazer brigadeiros para vender nas ruas

“Foram meses sem nada, entrevistas aos montes, entretanto, nada se encaixava. Em dezembro daquele mesmo ano eu ainda eu estava à procura de um emprego. Me apeguei à uma fé enorme ao meu Deus e iniciei o ano de 2015 com a esperança de que tudo iria melhorar”, relembra a empresária.

Então, por meio de uma amiga da família, aprendeu a fazer brigadeiro de chocolate, de limão e palha italiana.

E, sem perceber, descobriu um grande amor.

Assim, nasceu o seu empreendedorismo.

“Comecei a produzir meus primeiros doces e fui às ruas com fé e convicção de que iria vender tudo. Com um investimento inicial de R$ 70 fiz R$ 240”, conta.

O nascimento da Petite Amie de uma paixão descoberta sem querer

Tendo uma visão de empreendedora, reinvestiu tudo e no dia seguinte conseguiu um lucro de R$ 1200.

“Daquele momento em diante tudo mudaria na minha vida. Senti que uma nova chance foi me dada e eu iria sim dar o meu melhor”, recorda.

As encomendas começaram a entrar aos montes e a empresária não teve tempo nem para fazer cursos.

“Creio que foi Deus que me deu esse dom. Foram cinco meses de muito sucesso. Fazia meus brigadeiros na quarta-feira e saia para vender nas ruas às quintas e sextas, voltando para casa sem nenhum, com estoque zerado”, comemora.

Um dos carros-chefes da Petite Amie

Bárbara analisou o município em que vivia, Brusque (em Santa Catarina) e apesar de ser um ano de crise no país Brasil, decidiu que valia a pena correr o risco.

Então, em agosto de 2015, inaugurou a Petite Amie Brigaderia e Café Gourmet.

Imediatamente caiu no gosto dos brusquenses.

Ela se lembra como se fosse hoje a primeira ampliação depois de 30 dias de loja aberta.

De 15 lugares para os clientes se sentarem, já havia a demanda de 40.

“Me deparei com um sucesso que nunca imaginei. Dediquei-me todos os dias sem domingo e feriados”, relembra a catarinense, que depois resolveu franquear a marca.

Quando achou que havia chegado ao ápice do sonho, surgiram muitos comentários sobre a loja parecer uma franquia.

Um avanço ainda maior: franchising em ação!

Por isso, mais uma vez a empreendedora teve muita fé e mesmo sem saber o desfecho, investiu nesta grande ideia.

“Comecei a ler sobre este mundo fiquei deslumbrada, mas também preocupada. Afinal, são muitas responsabilidades. Porém, confiei no meu instinto e investi pesado, ressalta.

Hoje, a Petite Amie está em duas cidades catarinense.

Uma das grandes sensações é a taça Peanut Dreams

No final deste mês será inaugurada uma loja em Brasília e até o final do ano Fortaleza ganhará uma unidade.

A rede, que possui no cardápio mais de 160 opções de doces, salgados e cafés, conta com um centro de distribuição.

Assim, padroniza todos os produtos e diminui a mão-de-obra para os franqueados.

Bárbara não está satisfeita e sonha alto.

“Cerca de 100 unidades ainda serão poucas. Quero o extraordinário e estou investindo para isso”, finaliza.

Informações de franquia Petite Amie

  • Taxa de Franquia para cidades abaixo de 100 mil habitantes: R$ 30 mil;
  • Taxa de Franquia para cidades acima de 100 mil habitantes: R$ 50 mil;
  • Custo de Implantação: entre R$ 90 mil a R$ 200 mil (dependendo da área do local e necessidade de reforma). Valor estimado, sujeito a variações;
  • Taxa de royalties: 5% fixo do faturamento bruto;
  • Fundo de promoção: 1% fixo do faturamento bruto;
  • Retorno em torno de 18 a 26 meses, dependendo de cada região;
  • Faturamento médio anual de R$ 900 mil (R$ 75 mil por mês).
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