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Quais as 5 mentiras mais comuns em uma entrevista de emprego?

Se você pensa que está enganando o recrutador na entrevista de emprego, saiba que ele pode saber mais de você do que você mesmo!

Se você já se sentiu tentado a, ao menos uma vez, aumentar um pouco alguma informação no currículo ou durante uma entrevista de emprego (especialmente para aquela vaga dos sonhos), não caia nessa armadilha.

Segundo a Pesquisa dos Profissionais Brasileiros realizada pela Catho, 92,2% dos recrutadores afirmam que já flagraram mentiras de candidatos em etapas de um processo seletivo.

Se durante o trabalho ser pego na mentira já é constrangedor – e também prejudicial -, imagina durante a entrevista de emprego?

Isso pode acabar de vez com as chances de ficar com a vaga ou mesmo de ser chamado em uma oportunidade futura.

A psicóloga e assessora de carreira da  Elen Souza listou as cinco mentiras mais comuns contadas pelos candidatos em um processo seletivo.

Além disso, ela mostra como é fácil identificá-las e porque é sempre melhor ser verdadeiro.

Saiba o que não fazer na entrevista de emprego!

1 – Mentir sobre experiências profissionais

Normalmente, ao se sentirem inseguros, profissionais acabam aumentando a descrição e/ou explicação sobre suas atividades desenvolvidas.

Durante a entrevista, apenas conte com mais detalhes o que foi inserido no seu CV

Porque não fazer isso: é muito fácil o selecionador descobrir essas informações.

Ele pode fazer uso da internet para verificar os dados ou até mesmo buscando as referências ligando na empresa, conversando com o seu antigo gestor ou em redes voltadas ao uso profissional.

Recomendação: no seu currículo resuma as atividades desenvolvidas em suas experiências.

Isso já ajuda o recrutador a entender o seu perfil e competências.

Então, na hora da entrevista você não precisa aumentar ou inflar suas experiências, apenas conte com mais detalhes o que foi inserido no seu CV.

2 – Formação

Muitos profissionais colocam no currículo cursos de especialização que não fizeram ou aumentam a carga horária de cursos pequenos, como se fossem de longa duração.

Um curso de duas semanas, por exemplo, vira uma pós-graduação.

Porque não fazer isso: é possível verificar junto ao MEC se a informação é verdadeira ou pedir a apresentação de um certificado e descobrir a verdade.

Recomendação: ao invés de mentir, prefira dizer que ainda não conseguiu investir no determinado curso.

Mas ressalte que está disposto a fazê-lo, caso consiga a oportunidade de trabalho.

3 – Habilidades técnicas

Muitos candidatos acreditam que quanto mais, melhor.

Mentir sobre habilidades pode ser constrangedor se pedirem uma demonstração

Por isso, acabam aumentando seu nível de conhecimento e até mesmo mentindo sobre suas habilidades.

Então, é comum falarem que podem executar determinada atividade e não terem realmente experiência no assunto.

Porque não fazer isso: o entrevistador pode submetê-lo a algum tipo de teste prático, pedir que a tarefa seja executada e vai ficar evidente a falta de habilidade.

Recomendação: cite em seu currículo quais habilidades técnicas você possui mais conhecimento.

O currículo deve realçar sempre o que há de melhor em você, ou seja, dê relevância para o que domina.

4 – Idioma

Muitas pessoas acabam falando que têm um segundo idioma fluente ou avançado e quando chega no momento da entrevista pode acabar sendo descoberto.

Porque não fazer isso: o entrevistador pode pedir que o candidato responda no idioma que disse dominar.

Assim, se esse profissional não tiver o nível que colocou no currículo, o momento pode ser bem constrangedor.

Recomendação: deixe claro qual seu nível de fluência.

Caso ainda não seja avançado/fluente explique que é um ponto que pretende melhorar e investir.

Dessa forma, o recrutador já perceberá a sua preocupação em evoluir nesse requisito.

5 – Resultados

Alguns profissionais acabam falando de resultado que não obtiveram, que não são reais ou foram atingidos por outra pessoa da equipe.

Não utilize êxitos anteriores que não foram conseguidos por você

Porque não fazer isso: o selecionador pode pedir para descrever em detalhes como o resultado foi alcançado.

E se, de fato, o profissional não foi o executor, vai ser muito difícil explicar o planejamento através do qual a meta foi atingida.

Recomendação: antes da entrevista, avalie quais foram os resultados obtidos em sua carreira.

Talvez eles pareçam pequenos, mas vale a pena contar suas contribuições em outras experiências.

O recrutador certamente conseguirá entender a importância de sua contribuição.

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